Archive for the ‘Artigos’ Category

fev11

A Razão da vida

dez19

O Nordeste está SECO e agora não adianta mais economizar. NÃO TEM ÁGUA!

a-natureza-nao-vai-dar-chance-3

Quem aprende a economizar,

não aprende a conservar e fica sem.

Os nordestinos economizaram água a vida toda e agora estão sem água!

Desde 2008, Ronaldo Brasileiro alerta a sociedade sobre o maior problema do Brasil – a desestabilização do clima a partir de meados da década de 2010.

Para ler a versão 2014 do livro O Fim climático do Brasil, clique aqui.

Todas as previsões de Ronaldo Brasileiro foram confirmadas até o momento e, se nenhuma medida drástica for tomada, o Brasil desestabiliza-se irreversivelmente até 2030.

O Nordeste infelizmente é um exemplo de como não se deve apenas economizar. É preciso respeitar a natureza e produzir o que não quer que falte: ÁGUA.

Para unir-se à luta e batalhar pelo futuro do Brasil, envie um e-mail para: ronaldobrasileiro-vamoslutar@hotmail.com

set05

Lista de notícias reunidas que confirmam o Caos Progressivo no Brasil

Para ter acesso à lista, clique aqui:

http://alobrasilacorda.com.br/site/

jan08

A absurda resposta do Itamarati a respeito do vídeo de Ronaldo Brasileiro

From: dclima@itamaraty.gov.br
To: ronaldobrasileiro-vamoslutar@hotmail.com
CC: portal@itamaraty.gov.br; dclima@itamaraty.gov.br
Subject: RES: Contato Portal Itamaraty
Date: Wed, 16 Dec 2015 18:07:47 +0000

 

Prezado Ronaldo,

Obrigado pela mensagem. Informamos, em primeiro lugar, que a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) aborda o aquecimento global com foco nas emissões de gases de efeito estufa de caráter antrópico, ou seja, provenientes da atividade humana. O Artigo 2 da Convenção registra seu objetivo:

 

“O objetivo final desta Convenção e de quaisquer instrumentos jurídicos com ela relacionados que adote a Conferência das Partes é o de alcançar, em conformidade com as disposições pertinentes desta Convenção, a estabilização das concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera num nível que impeça uma interferência antrópica perigosa no sistema climático. Esse nível deverá ser alcançado num prazo suficiente que permita aos ecossistemas adaptarem-se naturalmente à mudança do clima, que assegure que a produção de alimentos não seja ameaçada e que permita ao desenvolvimento econômico prosseguir de maneira sustentável.”

 

Apesar de ter grande impacto, a radiação solar não tem causas antrópicas e, portanto, não é apreendida sob a atuação da Convenção de Clima.

 

Quanto ao Acordo de Paris e atividades relacionadas a florestas, reflorestamento e cobertura vegetal, o Artigo 5 do Acordo reconhece a importância dessas atividades e incentiva os países a atuarem sob o que é conhecido como “Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação florestal” (REDD+). Além do Acordo de Paris, recordamos que a Convenção de Clima estabeleceu, em 2013, o “Marco de Varsóvia para REDD+”. Maiores informações podem ser acessadas em <http://redd.unfccc.int/>.

 

Infelizmente, não temos como indicar um interlocutor na França.

 

Atenciosamente,

 

Divisão de Clima, Ozônio e Segurança Química
Ministério das Relações Exteriores – Brasil
Tel: +55 61 2030 9289

Fax: +55 61 2030 9288

Division of Climate, Ozone and Chemical Safety
Ministry of External Relations – Brazil
Tel: +55 61 2030 9289

Fax: +55 61 2030 9288

 

Vocês concordam com o Itamarati a respeito desse vídeo?

 

jul09

Livro – versão 2014

Baixe o livro aqui ou se preferir leia logo abaixo

Alerta VERSÃO 2014

abr02

O Brasil está em uma encruzilhada

encruzilhada

Se continuar com o mesmo procedimento das últimas 4 décadas,
sua economia despenca e a sociedade passa de violenta hoje,
para o desespero amanhã.

Se reconhecer o poder da natureza e a influência dela nos destinos
do país e mudar o comportamento de destruição, para recomposição
das matas nativas que existiam até 4 décadas atrás, ainda pode sonhar
com um país estável agora e próspero no futuro.

Riqueza e água caindo do céu
e não minerais, terras ou petróleo.

 

mar25

INCOERÊNCIA AMBIENTAL.

+ de 45% do Brasil foi impiedosamente desmatado para os mais diversos fins.

Este comportamento reduziu a umidade no ar, as nuvens e as chuvas.

Como será possível continuar produzindo alimentos, energia, biocombustíveis, madeira, etc, sem o clima estar em equilíbrio?

seca

Da mesma forma que a garoa de São Paulo sumiu, irão sumir as chuvas.

A incoerência é: como será possível manter as atividades na sociedade, produzir alimentos, manter o agronegócio, a água potável, etc., sem chuvas?

As pessoas não estão coerentes com a realidade,
apesar de todas as evidências constatadas
nas últimas décadas.

mapa

Fora da Amazônia, o território brasileiro já perdeu mais de 80% da vegetação nativa. Isto é incoerente com o pensamento da sociedade que quer ganhar dinheiro com agronegócio e do Brasil que quer manter a exportação de “commodities” agrícolas.

 

Por que é incoerente?

Simples. Se não tiver pelo menos 40% de matas nativas em todas as áreas do território brasileiro, o clima já desestabilizado vai se agravar, aumentando os períodos de seca e reduzindo os períodos de chuvas.

Cadê a garoa de São Paulo? Sumiu

Cadê as chuvas regadoras? Estão sumindo

Cadê as invernadas? Sumiram

Cadê a água potável? Estão sumindo

Cadê as temperaturas amenas? Sumiram

Cadê o frio no inverno? Está sumindo

Cadê as geadas no centro-oeste e sudeste? Sumiram

Cadê a alimentação barata? Está sumindo

Cadê o dinheiro que supria as necessidades básicas? Está sumindo

Você já tinha reparado que está sobrando pouco de natureza e muito, muito pouco dinheiro?

O Brasil poderia ser um país rico, se não tivesse sido destruído para manter um progresso insustentável, pois sem a natureza nada se sustenta.

SEM CHUVAS…

…todos ficarão SEM DINHEIRO.

 

 

 

 

 

 

mar18

MONOCULTURA = destruição do clima

Mono-cultura é o uso da terra desmatada e usada para um só tipo de cultura.

 Desmatamento para monocultura

Secas e tempestades

O governo aprova e financia a conduta mais devastadora que um país pode sofrer para desestabilizar a sua sociedade e sua economia; incentiva o desmatamento.

O governo junto com os agricultores estão destruindo o clima e as melhores terras do Brasil.

O governo precisa entender das leis da natureza, assim irá saber que é impossível manter por muito tempo o modelo de produção por monocultura.  Primeiro, porque não irá ter chuvas regadoras e segundo, porque safras recordes raramente dão lucro e os produtores ficam descapitalizados.

A rotatividade de cultura poderia amenizar o problema, mas infelizmente o agricultor se equipa para produzir a cultura que tem o melhor preço no mercado. Se a soja mantiver um preço lucrativo, o agricultor vai plantá-la ininterruptamente, sem se importar com os clamores da terra, até o preço não ser mais conveniente ou o custo de produção inviabilizar o plantio.

A terra é um organismo vivo, com necessidades orgânicas naturais e, só continuará produzindo, se as leis da natureza forem respeitadas e atendidas.

       

Podem-se citar dois exemplos de terras exauridas pela industrialização intensiva do solo ocorridos no estado do Mato Grosso;

 

O primeiro: ocorreu com o pioneiro, maior plantador de soja do mundo, o Senhor destruidor Olacyr de Moraes do grupo Itamaraty. Empobreceu tanto a terra com a monocultura de soja que, quando parou de plantar e em fase falimentar, ofereceu suas terras ao governo para assentamentos, as quais foram rejeitadas pelo MST (Movimento dos Sem Terra) por estarem improdutivas.

 

O segundo: maior produtor de soja, o Senhor mega destruidor de terras e ex governador do estado de Mato Grosso, Blairo Maggi. Usou milhares de hectares no estado, plantando soja nos mesmos moldes de seu antecessor, mas como a cultura é muito exigente em nutrientes, em poucos anos, exauriu a camada orgânica e ficou caro continuar produzindo à base de adubação química e defensivos. Com mais poder do que o 1º mega plantador/destruidor, se mostrou mais “esperto”, quando os custos de produção se elevaram (onde havia a intensiva plantação de soja), mudou seu foco e aproveitou o embalo do momento para plantar cana-de-açúcar nas terras onde seria caro continuar plantando soja. Abriu novas frentes de plantação de soja no norte do estado de Mato Grosso, desmatando a floresta amazônica.

 

Continuar industrializando o solo é o mesmo que trabalhar para acabar com a economia e com o futuro do Brasil.

A monocultura é cara, e o produto produzido é pobre em nutrientes.

A alta produtividade agrícola já é a mais pura e enganadora ilusão.

 

Simplificando, pode-se entender que:

– o pequeno e médio agricultor já está em dificuldade ou falido e o grande produtor obtém lucro com os altos investimentos que faz em tecnologia e máquinas para ganhar na quantidade desprezando qualquer cuidado ou recuperação da terra, porque se for recuperá-la fica sem o que apura como  lucro.

É impossível continuar produzindo quantidades expressivas de alimentos com objetivo de reduzir o seu custo, e o que acontece é exatamente o contrário, quanto mais se produz mais aumentam os custos de produção.

Antes da industrialização da atividade agrícola se produzia muito mais, mantendo as qualidades nutritivas em muito menos área ao ser relevada as devidas proporções.

A única alternativa viável hoje seria agregar novos conhecimentos aos meios antigos de produção artesanal, dando mais ênfase às atividades agrícolas orgânicas e familiares.

 

 

fev07

A razão da vida

A RAZÃO DA VIDA

jun15

Informações atuais

Nos últimos 60 anos, em mais de 40% do Brasil, a natureza foi destruída para manter a economia e alimentar o progresso. (mais…)